Santíssima Trindade do Samba, Todo Poderoso do Rap, nóis no surdo de primeira, Vai-Vai, ritmo & poesia, arrepia Vila Maria, e maisMaratona pré-carnaval é ensaio toda terça, quinta, sábado e domingo no Vai-Vai.
E no resto do tempo? Todo o resto.
Entre uma coisa e outra, por exemplo, Santíssima Trindade do Samba -
D. Ivone Lara, Leci Brandão e Teresa Cristina no Sesc Vila Mariana.
Coisa linda ver as damas de 3 gerações do samba juntas.
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Aliás, o sumiço foi por conta do samba.
Ah, esse mundo do samba...
É as dama no samba!
Elas ali em cima. Ou nóis aqui embaixo.
Mas nóis é humilde. Não tem problema começar por baixo. Porque a gente vai subir. Eu espero, não tem problema.
Outro domingo, toquei lá no Memorial da América Latina.
No Pholia no Memorial, um fim-de-semana com desfiles de blocos e pequenas agremiações, com entrada apenas 1kg de alimento não-perecível.
Humildemente? Surdo de primeira.
Aí: primeira surdo de primeira.
É quente, irmão!
Daquele jeito: nóis vai pro arrebento mesmo.
Infelizmente, o meu Vai-Vai é grande demais para uma humilde dama na primeira.
Mas eu espero, não tem problema.
Ainda que eu tenha pressa de vencer.
Só que, ó só: o processo pode ser lento, mas tá ligado que o barato é lôko e aqui o bagulho é sério.
(Liga nóis, irmão.)
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E o Todo Poderoso do Rap
Mano Brown cantou “Jesus Chorou” e “Vida Lôka” com o naipe de tamborins da Bateria Show do Vai, no último ensaio / festa da bateria do meu pavilhão!
Vai vendo...
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Que fez um desfile lindo e ficou em 3º lugar no Carnaval Paulista.
E a Vila Maria levou o 2º - mas na opinião desta humilde, merecia o 1º.
Coisa linda o desfile, de uma beleza, uma delicadeza nos detalhes, parecia uma fábula passando na avenida, um jardim de sonhos no Anhembi.
Arrepiou, Vila Maria.
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Que também foi autora de um dos 2 melhores samba-enredos do ano, ao lado da contagiante Águia de Ouro.
Se liga na poesia da azul-verde-e-branca da zona norte sobre Cubatão, a rainha das serras, que saiu da poluição para a pureza.
(Mais um daqueles samba que exalta como se a uma dama):
“Guerreira
Musa do meu carnaval
É divinal
A sua história, suas lutas e glórias
Renasceu
Das trevas pro Vale da Vida
Valente e destemida
Reescreveu o seu destino
Vem das veias de um povo vencedor
A força que te conduz
Com fé e perseverança
A trilhar um caminho de luz
(...)
E a mão que deixou as cores sem vida
Na tela fria de um céu cinzento
Hoje mostra a arte colorida da esperança
Emoldurada pelo azul de um novo tempo
És para o mundo um espelho: sua fauna, sua flora
E a exuberância do guará vermelho
O meu povo sambando no pé, é tradição
A rainha das serras quem é? Cubatão
Se o coração disparar de alegria...
Adivinha quem é? Vila Maria!”